Todos os processos de uma organização são realizados através de dispositivos tecnológicos, e todos nós sabemos que esses dispositivos são a porta de entrada para ataques cibernéticos. Ataques esses que podem causar milhões de reais em prejuízos para sua empresa além dos danos a imagem da organização.

No post de hoje vamos entender a diferença entre um antivírus doméstico e um endpoint security corporativo.

Muitas empresas não se preocupam com o antivírus instalado em suas máquinas e não dão muita importância para os riscos que estão expostas com essa atitude. Vejamos abaixo um case de uma agência de turismo que optou por um antivírus doméstico ao invés de uma solução corporativa:

Recentemente uma agência de turismo teve seus computadores atacados e as senhas do sistema de emissão de passagens aéreas tinham caído em mãos de criminosos. Esses criminosos acessaram o sistema e emitiram mais de R$100.000,00 de passagens aéreas em um feriado prolongado, e o prejuízo só foi visto na segunda feira.

Foi feita a perícia nos equipamentos onde foi identificado que o ataque teve origem através de um e-mail falso que continha um link para baixar um arquivo infectado com malware. O arquivo ao ser executado, abria uma conexão com o computador do invasor possibilitando que os dados do portal em questão fossem capturados.

Todo esse prejuízo poderia ter sido evitado se a empresa tivesse optado por um antivírus corporativo ou endpoint security. Os antivírus domésticos conseguem detectar o vírus, mas não são capazes de evitar esse tipo de ataque, porque suas assinaturas contra vírus não são atualizadas com frequência.

Se a agência de turismo tivesse instalado um endpoint security o prejuízo poderia ter sido detectado com antecedência e evitado.

Os endpoints são projetados com o objetivo de proteger as corporações e são, dessa forma, mais adequados para as suas necessidades específicas. Dentre os benefícios que a adoção dessa solução traz, podemos citar:

  1. Maior rapidez na detecção do vírus e das ameaças virtuais;
  2. Avisos e atualizações automáticas dos programas usados na empresa. Muita gente não sabe, mas programas desatualizados podem abrir brechas para a entrada de ameaças virtuais na rede da organização;
  3. Sistema com console de gerenciamento centralizado tirando esta função das estações de trabalho deixando o antivirus mais leve para não prejudicar a produtividade da empresa;
  4. Gestão mais simples, pois a partir de uma única tela, podem criar regras que protejam ao mesmo tempo servidores, computadores e dispositivos móveis;
  5. Restrição do uso de dispositivos móveis (como, por exemplo, pen drives), que podem ser usados nas máquinas e infectar diversos computadores ao mesmo tempo.

Os antivírus corporativos são fabricados para proteger grandes corporações de ataques aos computadores e dispositivos móveis contra roubos de dados sigilosos. Um antivírus corporativo é muito mais elaborado que um antivírus que uma pessoa compra para sua residência.

Eles são desenvolvidos com os melhores sistemas, para combater vírus e ataques que são cada vez mais sofisticados e elaborados. E, que, muitas vezes um antivírus comum não consegue combater. Diferente de uma residência, as empresas têm muitas informações para proteger e manter longe de invasores que bisbilhotam seus dados.

Investir em um bom antivírus corporativo é indispensável para garantir a segurança das informações da sua empresa, além de permitir que o negócio usufrua de todas as vantagens da tecnologia moderna sem riscos de invasões e falhas graves.

Como você provavelmente já deve ter entendido, ao deixar o sistema desatualizados, utilizar antivírus residencial em uma organização e/ou não orientar a equipe interna, a empresa corre grande risco de ter eventuais problemas. O uso de endpoint security é essencial para a proteção dos dados da sua organização, e seu uso deve ser algo indispensável para a saúde tecnológica do negócio.