Se existe uma coisa que a pandemia atual nos ensinou, é que o teletrabalho pode se tornar o novo padrão. Mas os executivos de TI devem agir com cuidado porque a expansão dos limites da empresa traz novos riscos e tende a corroer o valor dos controles de proteção padrão. Para garantir a continuidade e a segurança, as organizações precisam ter certeza de que os funcionários possam trabalhar remotamente sem serem comprometidos pelas inúmeras ameaças avançadas atuais. É possível se beneficiar em ambos os lados?

Vejamos como a solução de endpoint SonicWall Capture Client 3.0 pode ajudar as organizações a enfrentar esses desafios.

Diminua a superfície de ataque com filtragem de conteúdo

A maioria das ameaças de malware é disseminada por meio de sites ou links em e-mails. Os veículos podem ser sites fraudulentos ou verdadeiros. Anteriormente, com o Capture Client 2.0, os endpoints podiam somente ser bloqueados de sites mal-intencionados conhecidos.

O Capture Client 3.0 agora oferece serviços abrangentes de filtragem de conteúdo baseados no cliente. Com inspeção de tráfego HTTP e HTTPS, políticas detalhadas sobre quais categorias permitir e bloquear, exclusões para aplicações confiáveis e listas negras para aplicações não confiáveis, os administradores podem estender facilmente os serviços de filtragem de conteúdo baseados em rede para seus usuários fora da rede.

Minimize os riscos com a inteligência de vulnerabilidades de aplicações

O teletrabalho geralmente envolve o uso de uma variedade de aplicações de produtividade e colaboração, como Slack e Zoom. Os funcionários costumam procurar outras ferramentas que podem não ser gerenciadas pela empresa. Em ambos os casos, os agentes de ameaças sempre procuram versões vulneráveis de aplicações em execução nos endpoints dos usuários. E as correções são sempre um alvo em movimento, certo?

Com a Inteligência de Vulnerabilidades de Aplicações, o Capture Client agora proporcionará visibilidade em tempo real das aplicações e de todas as vulnerabilidades encontradas nelas. Os administradores poderão priorizar quais aplicações corrigir e até mesmo colocar em lista negra os processos iniciados por aplicações não autorizadas.

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