Estamos vivendo na era de “sobrecarga de informações”. As companhias estão muito dependentes em sistemas de planejamento empresarial, como ERP, SCM e CRM para automatizar e administrar seus recursos. 

Estes sistemas geram e abrigam uma vasta quantidade de dados que são bem estruturadas em sua própria maneira. Independente destes dados estruturados, as empresas também armazenam volumes enormes de dados não estruturados na forma de e-mail, Messenger, documentos e imagens. As informações estruturadas e não estruturadas devem ser armazenadas e retidas dentro destes sistemas.

Não é de se surpreender quando Charlie Gary do grupo Meta diz: “Os dados estão crescendo em 125 por cento anualmente. Numa empresa típica, até 80 por cento destes dados são inativos e mesmo assim permanecem nos sistemas de produção para prejudicar o desempenho”. Isto é o que se chama de maremoto de dados e que pode ser evitado através da gestão inteligente de dados!

A informação em si é considerada um recurso e as empresas necessitam planejar com eficiência e colocar em uso a combinação certa de ferramentas de estratégia, software e hardware. Volumes crescentes de dados inativos que são retidos, afetam o desempenho do aplicativo, limitam acesso a dados e distendem a infraestrutura de armazenamento. Isto resulta em maiores complexidades no ambiente de TI e é uma preocupação crescente entre as empresas. É justamente aí onde o conceito cada vez mais popular de gestão inteligente de dados (IDM) surge.

IDM ajuda as companhias definirem a melhor estratégia para administrar dados durante todo o seu ciclo de vida – desde a ocasião em que os dados são gerados/capturados, até o momento em que são deletados dos sistemas. Uma estratégia de IDM bem planejada permitirá que a empresa retenha todas as capacidades de acesso e de relatórios, como se os dados estivessem colocadas no mesmo servidor.