Nos últimos anos, muito se tem falado sobre governança corporativa e, consequentemente, auditoria de compliance.

Um número cada vez maior de empresas está implementado iniciativas que buscam orientar as decisões e o futuro dos negócios e dos colaboradores, bem como novas formas de garantir que as ações estejam em conformidade com a legislação vigente e os padrões éticos gerais e específicos a cada segmento em particular.

O que antes era considerado um diferencial competitivo agora é visto como uma obrigação para as empresas que desejam atingir o sucesso.

No entanto, apesar de terem se tornado comuns, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o que, de fato, significam os termos “auditoria interna” e “compliance”. Entenda!

Qual a diferença entre compliance e auditoria interna?

Se traduzido no sentido literal, “compliance” é estar em conformidade com algum padrão ou norma, tais como leis, regulamentações, políticas, melhores práticas, indicadores, entre outros.

Ou seja, o papel e a função dos profissionais da área de compliance é, justamente, estabelecer procedimentos e tarefas diárias, treinamentos e ações de conscientização para que os stakeholders entendam as normas e regras que regem o negócio e, claro, o mercado como um todo.

A auditoria interna, por sua vez, é responsável por fiscalizar se as normas estão sendo seguidas e identificar oportunidades de melhoria, tornando os processos mais eficientes.

É de sua responsabilidade, também, detectar possíveis irregularidades, gargalos e fraudes na organização.

Por que uma empresa deve investir na auditoria de compliance?

A ausência de uma gestão eficiente e, claro, supervisão das atividades pode fazer com que indivíduos mal-intencionados modifiquem, fraudem ou deteriorem as normas e os procedimentos estabelecidos pela empresa e, principalmente, pela legislação.

Além dos colaboradores, há terceiros — fornecedores e parceiros — envolvidos nos processos, e a falha de qualquer um deles pode ocasionar faltas graves, problemas operacionais, procedimentos fraudulentos e até ameaças à segurança da informação.

Com isso, o que parece pequeno no começo pode se tornar uma “bola de neve” que cresce rapidamente, fazendo com que sua empresa perca o controle das ações e seja prejudicada.

Além das multas e o consequente aumento de gastos, pode haver perda de credibilidade e confiança por parte de sua base de clientes.

Para evitar esses problemas, é preciso estabelecer e estar em conformidade com um conjunto de iniciativas que permeiem todos os níveis hierárquicos da empresa, como códigos de ética e conduta, políticas de relacionamento com a comunidade, fornecedores e prestadores de serviço, além de práticas ambientalmente sustentáveis e transparência na relação com autoridades governamentais.

No entanto, mais do que implementar esses documentos e, claro, uma estrutura de governança corporativa, é preciso garantir que todos os procedimentos sejam corretamente cumpridos — para isso, você deve investir na auditoria de compliance.

Desse modo, por meio de um trabalho de consultoria, será possível avaliar a governança e todos os documentos da empresa, cumprir normas e políticas e gerenciar riscos, otimizando os controles internos.

A auditoria de compliance é, portanto, a solução ideal para avaliar se a empresa está, de fato, utilizando todas as normas propostas e seguindo o plano de governança implementado pela gestão.

Agora que você já sabe a diferença entre auditoria interna e compliance, compartilhe este artigo com seus colegas de trabalho, familiares e amigos nas suas redes sociais!