Embora em uma organização todos devam estar atentos às ameaças de segurança, é sobre os CEOs e os CIOs que recaem boa parte das preocupações. Ciberataques podem acontecer a qualquer momento e quando você é um executivo c-Level, sabe exatamente o que o seu negócio tem a perder. Ainda que CIOs carreguem boa parte da responsabilidade quando o assunto é cibersegurança, a verdade é que quanto mais informados forem os CEOs melhor.

Em cenários nos quais ambos profissionais conseguem antecipar riscos e se educar a respeito das principais vulnerabilidades que ameaçam um negócio é mais fácil instaurar políticas de segurança de alto impacto. No post de hoje você vai descobrir quais são os principais alvos de ciberataques, conhecer alguns dados a respeito deles e entender quais podem ser as consequências dos ataques de hackers.

Quais são os alvos atuais dos ciberataques?

Todas as empresas correm o risco de serem atacadas por hackers. Mas o que exatamente esses criminosos procuram e quais são os seus alvos prediletos?

A resposta são dados e data centers. Com o passar dos anos esses dois pontos se tornaram o que há de mais valioso no seu negócio. E hackers desenvolveram uma série de recursos para atingi-los.

Ataques DDoS são apenas um tipo de ameaça que cresceu vertiginosamente. Entre os anos de 2011 e 2013 observamos eles saírem de médias de 4.7 Gbps para 10 Gbps. O número de casos também cresceu vertiginosamente, chegando a um aumento de 1850%.

Os pequenos negócios são os que mais enfrentam problemas. Afinal, apenas uma em cada quatro microempresas está preparada para se defender dos cibercriminosos.

O que não significa que os médios e grandes negócios saíram da mira dos hackers. Algumas pesquisas indicam que nove entre cada dez grandes negócios já sofreram algum tipo de ataque. Desde 2015 o FBI elenca as ameaças virtuais como um dos principais crimes nos EUA e gigantes como a Sony e a JPMorgan foram alguns dos atingidos recentemente.

Quantas empresas são atingidas anualmente?

O Brasil é líder em ciberataques no mundo e não estamos nos referindo a quantas empresas são atingidas anualmente. Somos protagonistas em cibercrimes e ficamos apenas atrás dos EUA e da China nessa questão.

Mas é exatamente por ser um campeão do crime online que o Brasil também é um dos grandes alvos de hackers. Nós recebemos, anualmente, 7% de todos os cibercrimes que acontecem no mundo.

A maioria das empresas brasileiras está desprotegida, segundo um levantamento feito pela FireEye. Por aqui, levamos até três meses para perceber que fomos atacados por hackers. E os cibercrimes atingem mais os setores financeiro (19%), do varejo (13%) e da tecnologia (10%).

Quais consequências os ciberataques podem provocar nos negócios?

As consequências que os ciberataques podem proporcionar nos negócios são desastrosas, principalmente do ponto de vista da credibilidade. Se apenas uma fatia dos consumidores considera que as empresas levam a sério a proteção dos seus dados, a grande maioria (70%) deixaria de fazer negócio com uma companhia que foi hackeada.

Há também implicações econômicas em uma violação. Seu negócio pode perder oportunidades enquanto está sob ataque, deixar de ter controle sobre ativos após uma infecção e até ser processado. De maneira geral, o custo de se proteger é muito mais baixo do que de remediar as consequências de um ciberataque.

O maior risco que empresas correm, quando o assunto são ciberataques, é o de não fazer absolutamente nada. Por isso, se informe a respeito das ameaças, invista em segurança e não deixe para pensar na questão quando for tarde demais.

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